Como é feito o exame de diabete gestacional
Os sintomas da diabetes gestacional devem ser investigados com atenção, pois o quadro exige cuidados especiais. Muitas grávidas tem dúvidas sobre como é feito o exame de diabete gestacional, mas é tão simples quanto fazer um hemograma.
Ter o diagnóstico permite fazer um tratamento adequado durante toda a gestação e evitar que a doença se torne permanente.
Durante a gravidez, algumas mulheres desenvolvem níveis elevados de açúcar no sangue, causando o quadro de diabetes.
A doença pode prejudicar tanto a saúde da mulher quanto a do bebê se não tratada e ainda pode tornar o parto mais difícil.
Se o seu médico está com essa suspeita e te pediu um teste, continue lendo e saiba como é feito o exame de diabete gestacional.
Quando fazer o exame de diabetes gestacional
O exame para diagnosticar o diabetes gestacional é feito entre a 24ª e a 28ª semana de gestação. É nesse período da gravidez que a doença tende a se desenvolver nas futuras mamães.
Apesar disso, a porcentagem de mulheres que adquirem diabete gestacional varia entre 3% e 25%.
O exame de diabete gestacional pode ser feito antes da 24ª semana quando a gestante apresenta alterações nos exames de urina ou outros sinais de risco como:
- estar acima do peso;
- ter histórico de diabetes na família;
- ser a segunda gravidez e possuir registro de diabetes na anterior.
É importante seguir todas as dicas para a gravidez estabelecidas pelo pré-natal e conversar com seu médico.
Como é feito o exame de diabete gestacional
O primeiro passo de como é feito o exame de diabete gestacional é fazer a preparação adequada para colher o sangue nas condições corretas.
É necessário fazer um jejum de oito horas para fazer este tipo de exame de sangue.
O segundo passo acontece já na clínica ou hospital onde você fará o exame. Um enfermeiro vai fornecer uma solução bastante açucarada, chamada de Dextrosol, para você beber.
No terceiro passo de como é feito o exame de diabete gestacional é realizado a primeira coleta de sangue.
Após uma hora em repouso, ainda na clínica, é colhida a segunda amostra de sangue para comparação.
Depois de duas horas, é feita a coleta da terceira amostra de sangue, finalizando o exame.
Cada uma das amostras de sangue é analisada levando em consideração os parâmetros estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Diabetes para determinar o diabetes gestacional.
Os índices estabelecidos são:
Tempo de exame | Índice de glicose |
Em jejum | Até 92 mg/dL |
1 hora após a coleta 1 | Até 180 mg/dL |
2 horas após a coleta 1 | Até 153 mg/dL |
Resultado do exame de diabete gestacional
Depois que é feito o exame de diabete gestacional, o resultado é considerado positivo quando uma ou mais das amostras de sangue mostra níveis muito acima do normal.
Nesse momento, é importante começar começar um tratamento para seguir com a gravidez de maneira saudável, natural e sem riscos.
É necessário regular a ingestão de algumas frutas, por exemplo, e de outros carboidratos e açúcares para controlar a diabetes gestacional.
Fazer exercícios físicos também contribui para manter o quadro estável.
Se não for tratada, a mulher corre o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e o quadro permanece durante e após a gestação.

Fonte: Relatório Diabetes Gestacional – Sociedade Brasileira de Diabetes.
Quando o tratamento é feito com sucesso, o diabetes gestacional desaparece logo após o parto.
E será que é possível evitar diabetes gestacional? Confira seis dicas efetivas e simples neste outro post do blog.
Curiosidades sobre diabete gestacional
Os órgãos de saúde consideram que o diagnóstico do diabetes mellitus gestacional deve ser considerado uma prioridade mundial de saúde. Alguns fatos importantes são:
- É o problema metabólico mais comum na gestação;
- Acontece entre 3% e 25% das gestações, dependendo do grupo étnico, da população e do critério diagnóstico utilizado;
- Muitas vezes é a porta para o aparecimento do diabetes mellitus tipo 2 durante a gravidez;
- Para mulheres, o principal fator de risco para o desenvolvimento de diabetes do tipo 2 e de síndrome metabólica é o antecedente obstétrico de diabetes gestacional (DMG).
Fatores de risco para diabete gestacional
– Idade (o risco aumenta conforme idade)
– Sobrepeso/obesidade (IMC ≥ 25Kg/m2 )
– Antecedentes familiares de diabete mellitus (primeiro grau)
– Antecedentes pessoais de alterações metabólicas:
- HbA1c ≥ 5,7% (método HPLC)
- Síndrome dos ovários policísticos
- Hipertrigliceridemia
- Hipertensão arterial sistêmica
- Acantose nigricans
- Doença cardiovascular aterosclerótica
- Uso de medicamentos hiperglicemiantes
– Antecedentes obstétricos:
- Duas ou mais perdas gestacionais prévias
- Diabetes Mellitus gestacional
- Polidrâmnio
- Macrossomia (recém-nascido anterior com peso ≥ 4000g)
- Óbito fetal/neonatal sem causa determinada
- Malformação fetal
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